Psicóloga Renata Franco:
Especialista em TDAH/TEA e Neurodivergente

Acolhimento, escuta e transformação na sua jornada.

Olá, muito prazer!

Estou muito feliz por você ter chegado até aqui. Este é o primeiro passo de uma decisão muito importante na sua vida!

Sou a Renata Franco, Psicóloga Especialista em TDAH/TEA e também Neurodivergente, formada há 8 anos. 

Minha trajetória profissional é enriquecida por experiências na área clínica, palestras sobre neurodiversidade no ambiente corporativo e mais de 10 anos de atuação com RH Generalista.

Minha missão é proporcionar um atendimento acolhedor, utilizando minha bagagem pessoal e profissional para ajudar você a reconstruir sua jornada, sempre de forma personalizada e em parceria.

Minha Abordagem:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):

Estratégias baseadas em evidências, promovendo maior autonomia e segurança.

Terapias Contextuais (DBT/ACT):

As terapias contextuais são um conjunto de intervenções psicoterapêuticas que se baseiam no contextualismo funcional e na análise funcional do comportamento. Elas têm como objetivo ajudar o paciente a compreender melhor a si mesmo e o mundo ao seu redor, para que possa fazer escolhas mais conscientes e saudáveis.

Psicoeducação com Afeto:

Conheça sua cognição, padrões de comportamento, pensamentos e construa uma vida que vale a pena ser vivida.

Plano de Intervenção Personalizado:

Traçamos juntos (as) estratégias reais e saudáveis para melhorar sua qualidade de vida.

Áreas de Atuação:

A avaliação psicológica é um processo estruturado que ajuda a entender fenômenos psicológicos, oferecendo informações valiosas para decisões em diversas áreas. Feita de forma técnica e científica, ela pode ser aplicada individualmente ou em grupo, sempre adaptada às necessidades específicas de cada caso.

O psicólogo utiliza técnicas como observação, entrevistas e testes psicológicos, além de analisar o histórico pessoal e familiar do paciente. Em alguns casos, podem ser usados códigos internacionais de doenças, como o CID-10, para complementar o diagnóstico.

Esse processo é fundamental em diferentes contextos, como clínica, saúde, educação, trabalho e situações compulsórias. Tudo é feito com planejamento cuidadoso, garantindo que os métodos usados sejam adequados ao objetivo de cada avaliação.

Vale lembrar que apenas psicólogos, conforme a Lei nº 4.119/1962, estão autorizados a realizar diagnósticos psicológicos no Brasil.

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento, marcado por desatenção, hiperatividade e impulsividade. Esses sintomas podem causar dificuldades em diversas áreas da vida, como relacionamentos, trabalho e família.

Em adultos, o TDAH afeta cerca de 2,5% da população e pode levar a problemas como acidentes, baixa escolaridade, uso de substâncias, envolvimento com criminalidade e outras condições de saúde física e mental.

Como o TDAH afeta o cérebro?
O transtorno envolve déficits em várias funções cognitivas, como:

  • Controle inibitório (dificuldade em controlar impulsos).
  • Memória de trabalho (visual e verbal).
  • Atenção sustentada e planejamento.

Além disso, pessoas com TDAH podem buscar recompensas imediatas em vez de esperar por algo melhor no futuro, devido a alterações na sensibilidade à recompensa.

As vias dopaminérgicas e noradrenérgicas do cérebro estão diretamente envolvidas no TDAH, o que ajuda a explicar muitas dessas características.

O autismo é uma síndrome comportamental ligada a distúrbios no desenvolvimento, marcada por dificuldades na interação social, alterações na linguagem e comportamentos diferenciados. Afeta cerca de 1% da população adulta, com taxas similares às observadas em crianças.

Muitas pessoas chegam à vida adulta sem diagnóstico, buscando ajuda apenas quando surgem comorbidades, como ansiedade ou depressão, ou quando enfrentam dificuldades específicas nas demandas da vida adulta. Casos mais leves, como a síndrome de Asperger, frequentemente passam despercebidos na infância, mas sua identificação pode melhorar a qualidade de vida e a inclusão social.

Comorbidades são comuns no TEA, variando de 25% a 30% na população geral e chegando a 84% em clínicas especializadas, sendo as mais frequentes ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Ansiedade e medo são sinais de alerta que ajudam a identificar ameaças externas ou internas. O medo é uma resposta emocional a uma ameaça iminente, real ou percebida, frequentemente associada a aumento da excitabilidade, pensamentos de perigo imediato e comportamentos de fuga. Já a ansiedade é a antecipação de uma ameaça futura, caracterizada por vigilância, alterações fisiológicas (como sudorese e tensão muscular), preocupação e comportamentos de cautela ou esquiva.

A ansiedade pode ser adaptativa, ajudando na sobrevivência ao aumentar a consciência e preparar respostas rápidas a perigos. No entanto, torna-se patológica quando é persistente, desproporcional ou interfere nas atividades diárias, tornando-se disfuncional.

Os transtornos de ansiedade variam conforme os tipos de estímulos que provocam medo ou esquiva, bem como os pensamentos associados a esses estímulos.

A depressão é um transtorno mental caracterizado por um humor deprimido e persistente, marcado por tristeza, desânimo, vazio e falta de esperança. É comum a perda de interesse em atividades que antes traziam prazer, e até tarefas simples, como trabalhar, cuidar da higiene ou sair de casa, podem se tornar difíceis.

Os sintomas incluem cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração e alterações no sono e apetite. O sono pode ser interrompido por insônia ou despertar precoce, enquanto o apetite pode aumentar ou diminuir, resultando em mudanças de peso. A atividade sexual também pode ser prejudicada.

A depressão pode ser desencadeada por eventos difíceis, como a perda de um ente querido ou emprego, mas também pode surgir sem uma causa aparente, persistindo por longos períodos.

Como Funciona a Avaliação Psicológica?

Iremos realizar um processo de anamnese, ou seja, aprofundar sua história pessoal, familiar, seus principais sintomas, comportamentos, seu desempenho acadêmico, social, desenvolvimento emocional, história médica, observações comportamentais, e suas expectativas em relação ao processo de diagnóstico e da psicoterapia.

Aplicações de testes padronizados para o TDAH ou TEA como escalas de avaliação do nível de gravidade dos sintomas, comorbidades e prejuízos.

Iremos realizar a recapitulação do processo de avaliação, apresentação dos resultados e laudo técnico, discussão sobre os sintomas, diagnóstico e esclarecimentos.

Efeitos do TDAH e TEA, próximos passos para encaminhamento de tratamento medicamentoso ou não e plano de intervenção personalizado.

(Psicoterapia TCC/Contextuais DBT/ACT) Iremos estabelecer objetivos mensuráveis e alcançáveis em conjunto, iniciando com o processo de psicoeducação do sintomas e tratamento do diagnóstico e comorbidades associadas, de forma personalizada, com técnicas baseadas em evidências, ou seja, iremos trabalhar com a melhor evidência científica disponível, dando preferência ao que mais faz sentido para você no momento.

Por onde Passei:

🎓 Pós- graduanda em Psicoterapia para Adultos Neurodivergentes: TDAH, TEA, E AH/SD – Sínteses, Centro de Pesquisa baseado em Evidências (2025-2026)

🎓 Pós-graduanda em Terapias Contextuais – Comportalmente (2024–2025)

🎓 Pós-graduanda em Neuropsicologia – Comportalmente (2024–2025)

🎓 Mentoria em TCC – Anna Polak (2023–2024)

🎓 Formação em Terapia Cognitiva Comportamental e Neurociência – Tammy Marchiori (2024)

🎓 Pós-graduação em TCC – PUCPR (2024)

🎓 Pós-graduação em Saúde Mental e Desenvolvimento Humano – PUCPR (2021)

🎓 Graduação em Psicologia – UNIP (2017)

Depoimentos

Ficou com alguma dúvida?

Como funciona a terapia online? Ela realmente funciona?

As sessões são realizadas pela plataforma do Google Meet.

Sim, a psicoterapia online tem a mesma eficácia de atendimentos presenciais, segundo o conselho federal de psicologia, além de não exigir deslocamentos, proporciona mais flexibilidade de agenda.

A duração do tratamento é particular para cada paciente e gravidade do caso, a resposta do indivíduo e aderência à terapia, objetivos terapêuticos, no entanto a TCC/DBT/ACT são frequentemente projetadas como uma terapia de curto prazo, com uma abordagem estruturada e foco em metas específicas. Já a frequência pode ser a cada 15 dias, ou realizada semanalmente, que é o mais recomendado.

Os valores da sessão são apresentados durante o contato inicial, atuo através de planos de pagamentos onde o valor pode ser alterado conforme a frequência.

Não, não aceito convênio médico. Entretanto, forneço recibos detalhados que você pode utilizar para solicitar o reembolso junto ao seu convênio, caso seu plano ofereça essa opção. Recomendo entrar em contato com seu convênio para obter informações específicas sobre as políticas de reembolso.

Os agendamentos, pagamentos e remarcações são feitos diretamente comigo pelo WhatsApp.

Sim, realizo avaliação psicológica através de um processo muito minucioso de anamnese e aplicação de escalas padronizadas de sintomas do TDAH e TEA.

A Terapia cognitivo comportamental tem um direcionamento voltado a autonomia do paciente, as sessões de TCC são padronizadas para cada paciente, mediante as metas terapêuticas definidas em conjunto após o processo de avaliação psicológica.

Por fim, podem ser atribuídas tarefas, e planos de ação para rastreamento, monitoramento e aprendizados das técnicas.

Já as abordagens contextuais, como Terapia Comportamental Dialética, e Terapia da Aceitação e Compromisso  são terapias comportamentais que se baseiam na colaboração entre terapeuta e paciente para ajudar o paciente a compreender melhor a si mesmo e o mundo ao seu redor. O objetivo é que o paciente possa fazer escolhas mais saudáveis e conscientes.

A TCD é uma terapia estruturada que combina técnicas de terapia cognitivo-comportamental com conceitos de mindfulness e aceitação. O objetivo da TCD é promover a eficácia interpessoal, regulação emocional, tolerância ao estresse e autocontrole.

Já a ACT não busca eliminar a dor, mas sim transformar a forma como o indivíduo interage com ela. A terapia ensina habilidades de mindfulness para que o paciente possa aceitar os pensamentos e sentimentos dolorosos, em vez de tentar evitá-los ou suprimi-los.

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